Quero que saibas que o teu olhar discreto, não foi tão discreto..... o meu corpo estava presente, único e só, o meu espírito estava leve... andou e vagueou até o silêncio fazer barulho e descer ao teu mundo....discreto mais uma vez, retirei-me sozinho, mãos nos bolsos e pensamentos de cores com cores e muitos silêncios, não vás ouvir a voz rouca e trémula que exalo nestas primeiras horas...
Sempre que tiveres um pensamento que aches importante, regista-o num apontamento.....
Mantenham Portugal limpo....

Esta foi tirada na estrada nacional nº 102 sentido Celorico da Beira para Trancoso.... o artista tem boas intenções.... recolheu todo o lixo que encontrou na beira da estrada, colocou-o junto ao seu apelo com o intuito de chamar a atenção dos jabardos que deitam tudo para o chão e tentam distrair-nos com piriscas de cigarros... o nervosismo era tanto que acabou por colocar o fogo com um chapéuzinho.... enfiou o barrete a alguém ;)
Almeida, Portugal
Parte de Mim
Onde estiveres, eu estou!
onde tu fores, eu vou!
se tu quiseres assim
o meu corpo é o teu mundo,
e um beijo um segundo!
és parte de mim!
Para onde olhares eu corro!
se me faltares eu morro!
quando vieres distante,
solto as amarras
e tocam guitarras por ti
como dantes!
Agarra-me esta noite,
sente o tempo que eu perdi!
Agarra-me esta noite
que amanhã não estou aqui!!
onde tu fores, eu vou!
se tu quiseres assim
o meu corpo é o teu mundo,
e um beijo um segundo!
és parte de mim!
Para onde olhares eu corro!
se me faltares eu morro!
quando vieres distante,
solto as amarras
e tocam guitarras por ti
como dantes!
Agarra-me esta noite,
sente o tempo que eu perdi!
Agarra-me esta noite
que amanhã não estou aqui!!
Os chulos em versão "Autárquicas 2005"
Uma bandeira de pano, num carro
Um sorriso ordinário, um chulo
Nas ruas a correr, um aperto de mão
O voto no olhar, dum chulo.
Uma fisga que atira a mentira
Um cambada de aldrabões, astuto
E a força de ser ladrão
Contra a força dum povo, que é burro.
Um sorriso ordinário, um chulo
Nas ruas a correr, um aperto de mão
O voto no olhar, dum chulo.
Uma fisga que atira a mentira
Um cambada de aldrabões, astuto
E a força de ser ladrão
Contra a força dum povo, que é burro.
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