Sempre que tiveres um pensamento que aches importante, regista-o num apontamento.....
Rio Mondego visto da vila de Penacova
Ponte da Cal - Ansião
Ponte da Cal - Ansião

Situa-se na pequena vila de Ansião, distrito de Leiria. É uma construção do Sec. XVII e faz parte do antigo eixo viário que ligava a cidade de Coimbra e a capital Lisboa.

Situa-se na pequena vila de Ansião, distrito de Leiria. É uma construção do Sec. XVII e faz parte do antigo eixo viário que ligava a cidade de Coimbra e a capital Lisboa.
Esta ponte está ligada à passagem da Rainha D. Isabel de Aragão pela região centro, que segundo a lenda a Rainha Santa se refrescava nos tanques de banhos da ponte.
A ponte fica aproximadamente 600 metros da nascente do Rio Nabão. Há um frase popular das gentes de Ansião muito conhecida, "..O Rio Nabão corre de Inverno e seca de Verão.."
Em 2013, foi inaugurado um espaço ao ar livre junto às margens do Nabão, o parque verde de Ansião. Permite a pratica de ginástica ao ar livre, passeio e zona de merendas.
A ponte fica aproximadamente 600 metros da nascente do Rio Nabão. Há um frase popular das gentes de Ansião muito conhecida, "..O Rio Nabão corre de Inverno e seca de Verão.."
Em 2013, foi inaugurado um espaço ao ar livre junto às margens do Nabão, o parque verde de Ansião. Permite a pratica de ginástica ao ar livre, passeio e zona de merendas.
Universidade de Coimbra
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Margens do Rio Mondego, Penacova
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Portugal tornou-se num País que penaliza o contribuinte e iliba o criminoso.
Dona Branca de Valbom desviou dinheiro dos clientes do banco durante anos
Durante 5 anos, entre 1997 e 2003, Jesuína Neves, agora com 55 anos, desviou dinheiro de clientes do BCP de Valbom para a conta de João Moreno, um empresário amigo que assim financiava a sua actividade empresarial. Ontem, o Tribunal de Gondomar considerou provado que a ex-gestora bancária - conhecida como a "dona Branca de Valbom" - burlou o BCP e 177 clientes em cerca de dez milhões de euros, mas condenou-a a cinco anos de pena suspensa.
Condenada por um crime continuado de burla qualificada de forma continuada e agravada pelo resultado [entidade e pessoas lesadas em dez milhões de euros], a arguida beneficiou do facto de o tribunal considerar que não havia a intenção de apropriação definitiva do dinheiro, mas apenas de
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